segunda-feira, 24 de maio de 2010

Produtos que Sumiram do Mercado

Por: Laura Naime Do G1, em São Paulo

Depois de uma noite sob um cobertor Parahyba, o menino acordava, calçava o Kichute, tomava um mingau de Cremogema ou um leite com groselha Milani e escovava os dentes com Kolynos. Mamãe, cheirando a Leite de Alfazema, e papai, de camisa USTop, só saíam de casa depois de uma xícara de Café Seleto – o dela com Suita.

Desde as Pílulas de Vida do Dr. Ross e do Creme Rugol, há produtos que marcaram época na publicidade brasileira. Muita gente ainda sabe de memória jingles como os que a Varig e o Banco Nacional usavam em seus anúncios de Natal.

Isso não impediu, no entanto, que muitas dessas marcas desaparecessem do mercado publicitário – e algumas até das prateleiras.

Desaparecidas

Uma dessas desaparecidas é a USTop. Imortalizada no bordão "Bonita camisa, Fernandinho", de 1984, a marca da Alpargatas que chegou a ser líder no segmento de jeans foi aposentada em 1997.

"Era uma grande marca, mas não era mais lucrativa", diz Rui Porto, diretor de Marketing e Comunicação da empresa. A Alpargatas concentrou seus negócios no setor de calçados e desativou a parte de confecções. "Não há perspectiva de produzirmos com a marca no curto prazo", diz Porto.

Já a pasta de dentes Kolynos teve um final diferente. Comprada pela Colgate-Palmolive em 1995, saiu do mercado dois anos depois por uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para evitar o monopólio do setor. Acabou substituída pelo creme Sorriso, e a publicidade ficou sem o "gosto da vitória".

Na mesma época, o Banco Nacional – que chegou a patrocinar o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna – foi comprado pelo Unibanco. Com ele, foi embora o "Quero ver você não chorar, não olhar pra trás...".

As grandes que encolheram

Produtos de grande apelo popular, quando passam a fazer parte do portfólio de gigantes da indústria, por vezes acabam enfrentando concorrência dentro de casa. Há os que não resistem ao ostracismo e "encolhem".

O café que a mamãe preparava "com tanto carinho" entrou nessa lista. Comprado pela multinacional norte-americana Sara Lee em 1998, o Café Seleto se tornou uma marca menor para a empresa, que concentra os esforços nas marcas Café do Ponto e Pilão. Nos 20 anos em que foi veiculado, o jingle do café ganhou variações em ritmo de fado, tango e versões em japonês e espanhol.

Outra multinacional, a Unilever, ao longo dos anos adquiriu a Arisco, a Knorr e a Maizena (com a incorporação da Bestfoods) e a brasileira Cica. Com elas, levou algumas preciosidades da memória da publicidade: o extrato de tomate Elefante e o mingau Cremogema.

No Brasil desde 1957, o Cremogema ganhou recentemente uma "repaginada", com mudanças nas embalagens. Mas ainda não voltou ao patamar que tinha quando era "a coisa mais gostosa desse mundo". Já a massa de tomate que traz na lata o Jotalhão, personagem de desenho em quadrinhos, ganhou um "Knorr" na frente do nome. A denominação Cica foi mantida pela tradição, apesar da orientação da companhia de utilizar apenas marcas globais. Mas o elefantinho anda sumido da mídia.

Geladeira

A própria Alpargatas também colocou na geladeira marcas conhecidas: os tênis Conga, Bamba e Kichute. O diretor de marketing da empresa, Rui Porto, explica que as marcas foram aos poucos substituídas por outras, como Rainha e Mizuno, perdendo espaço para os produtos esportivos. "O mercado vai mudando. A Conga é de 1959. A Bamba é da década de 1970."

Recentemente, ressurgiram reposicionadas. O Kichute reapareceu para a mídia num desfile de moda em 2002; o Bamba ganhou versões coloridas e apareceu em novela. "Achou-se que havia mercado para um produto casual, basicamente feminino e infantil. Houve consenso de voltar", diz o executivo.

sábado, 22 de maio de 2010

O Verdadeiro caso do filme O Exorcista

O filme O Exorcista foi inspirado em um caso real, não envolvendo uma garotinha de 12 anos, mas um menino de 13, conhecido por R. Seu comportamento estranho começou em 1949, após a morte de uma tia. Ele começou a ouvir arranhões na parede e objetos voavam pela casa. Cadeiras e camas se moviam quando o garoto estava nelas. A família desesperada pede ajuda a igreja católica. A primeira tentativa de exorcismo acabou em desastre. Ele rasgou o padre do ombro ao pulso com uma mola da cama. Foram necessários mais de 100 pontos o local. Palavras começaram a surgir em seu corpo e uma delas, Louis, fez a família mudar de volta para Saint Louis, acreditando haver algo lá. Entre em cena um estudioso jesuíta que na época tinha 27 anos, Walter Halloran.Ele estudou na Universidade de Saint Louis e tratou de R. Narrando o caso, ele diz que "o garoto cuspia com precisão e acertava seu corpo a 1,5 metros... Certa vez ví uma marca em seu ombro e parecia a caricatura do demônio. Eu podia ver suas mãos e não era ele que fazia... Ouvimos a voz e ela falou que não ia embora até que uma certa palavra fosse dita.". Na páscoa, uma outra voz tomou o garoto e disse a palavra Dominus. Neste momento ouviu-se um tiro e o garoto ficou curado.

O filme O Exorcista arrecadou $ 260.000.000,00 dramatizando esta história. Até hoje a igreja católica faz exorcismos.

Quais as 13 maldições de O Exorcista?

por Carlos Primati

Vai atrair mau agouro assim lá no inferno! A saga de quatro filmes de terror iniciada em 1973 com o clássico O Exorcista coleciona uma impressionante lista de tragédias e acidentes inexplicados. O recém-lançado Exorcista: o Início segue a mesma tradição, numa produção conturbada que envolveu troca de diretores e até a refilmagem de praticamente todo o material.

MUNDO ESTRANHO bravamente investigou 13 evidências de "presença diabólica" nos quatro filmes da série. Verdade? Mito? Pelo sim, pelo não, já encomendamos um exorcismo aqui na redação!

O Exorcista (1973)

1. A primeira morte

No filme de estréia da saga, o ator Jack MacGowran é o primeiro a morrer na história, despencando de uma tenebrosa escadaria. Uma semana após terminar de gravar MacGowran morreu mesmo. Dizem que vítima de pneumonia. Será

2. Azar contagiante

Muitas "tragédias" ocorreram com o "amigo do amigo do amigo". O ator Max von Sydow, o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrrido. A esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o bebê. Epor aí vai...

3. Equipe dos diabos

A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceu as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serou o dedão do pé. Imprudência no trabalho. Não, culpa do diabo!

4. Puxada infernal

A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instrui o técnico responsável por puxá-la com a corda a "dar tudo de si"

5. Dublagem maldita

A atriz Mercedes McCambrige ingeriu ovos crus, fumou igual uma chaminé e fez o diabo pra ficar com a voz rouca e demoníaca da meninha possuída. Mas os produtores "esqueceram" de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio - só para saberem que não se brinca com o demo!

6. Vingança musical

O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para O Exorcista, mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito... chinfrim. Preferiu então usar o tema de piano já pronto ("Tubular Bells"). Schifrin vendeu a trilharejeitada para o filme A Casa do horror(1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!

O Exorcista II: O Herege (1977)

7. Antes nunca do que tarde

John Boorman foi a primeira escolha para dirigir O Exorcista, mas recusou a oferta. Anos depois, assumiu as rédias de O Exorcista II - o Herege. Durante as filmagens, contraiu uma infecção respiratória e passou mais de um mês de cama. Quando tentou pular fora da roubada, foi ameaçado de processo judicial pelo estúdio e concluiu o filme contrariado

8. Papel de peso

A menininha meiga do primeiro filme virou uma mocinha rechonchuda em O Exorcista II. Se alguém desconfiava que a jovem atriz Linda Blair era talentosa, ela fez questão de pulverizar essas suspeitas. O filme marca o início de sua decadência ruma os ostracismo e a um corpo em forma... de pêra!

9. Xô, imitações

Se você acha O Exorcista II ruim (e ninguém aqui afirma o contrário!), precisa ver as imitações bisonhas que surgiram em toda parte do mundo. Aliás, precisa não. É melhor evitar. Coisas como Abby (a versão "black power" de O Exorcista), Seytan (a imitação cena a cena feita na Turquia) e Jadu Tona (produção hindu com muito canto e dança). Devem irritar até o próprio capeta!

O Exorcista II (1990)

10. Sem pé nem cabeça

O Exorcista III não é uma sequência dos anteriores. Ou melhor não era para ser. O filme se baseia no livro O Espírito do Mal, de William Peter Blatty, autor do primeiro O Exorcista, que aqui também brinca de diretor. Foi idéia dos produtores trocar o título e inserir referências ao clássico de 1973. O enredo se inspirou nun serial killer verdadeiro, confundindo ainda mais as coisas

O Exorcista: O Início (2004)

11. Convite macabro

John Frankenheimer (Operação França II, Ronin) era um direitor respeitado em Hollywood. Isso até esnobar o convite para dirigir Exorcista: o Início. Respondou um sonoro "não" aos executivos do estúdio e acabou fulminado por um derrame apenas um mês depois.

12. Fim de carreira

A carreia de Paul Schrader ia mal quando ele teve a boa chance de dirigir Exorcista: o Início. Mas sua abordagem mais psicológica não fez a cabeça dos produtores. Ele foi demitido e deu lugar a Renny Harlin, que, precavido, já disse acreditar na maldição da saga

13. Marcha fúnebre

Michael Kamen (Máquina Mortífera, X-Men) foi o primeiro compositor cogitado para cuidar da trilha sonora do novo filme, antes de Christopher Yung assumir o posto. Kamen sofreu um ataque cardíaco fulminante em 2003. O músico, porém, já flertava com o perigo: em 1999, gravou com a banda Metallica, aquela que estorou nas paradas de sucesso após vender a alma ao diabo...

sábado, 3 de abril de 2010

Lenda Urbana - Quadro da Criança

A Lenda:
Esse não é um brinquedo, ou brincadeira, mas entra na lista pelo alto grau de bizarrice. Trata-se de um quadro, muito popular na decoração de casas de classe média, que possui uma história sinistra e mete medo em muitas e muitas crianças Dizem que se você virar o quadro de cabeça para baixo, ou mesmo de lado, é possível enxergar a verdadeira imagem que o pintor, num pacto com o tinhoso reproduziu. Uma criança em prantos sendo devorada por um demônio.

A Verdade:
Como no caso das músicas de trás pra frente, é muito improvável que isso seja um demônio devorando a criança. Por outro lado nem precisaria. Que maluco desenha um quadro escuro de uma criança chorando? E convenhamos, quem compra e coloca pra decorar o quarto do filho? Nem precisa de pacto com o Demo, isso já é macabro o suficiente pra mim.

Fonte:
http://www.insoonia.com/9-lendas-urbanas-macabras-da-infancia
Autor: Desconhecido

A Descoberta da Penicilina

A coalhada de soja embolorada parece ter sido o primeiro antibiótico natural, utilizado pelos chineses por volta de 500 a.C. para tratar furúnculos e outras infecções semelhantes.

Quase tão antigo, e presente em várias civilizações, é o uso de pão embolorado e teias de aranha em ferimentos infectados.

Embora os médicos tenham procurado nos 2 mil anos seguintes uma espécie de medicamento que combatesse a infecção por bactérias, nenhum pesquisador pensou em investigar cientificamente o folclore medicinal em relação aos bolores.

O primeiro antibiótico moderno, a penicilina, foi uma descoberta casual do bacteriologista escocês Alexander Fleming, em 1928. Fleming havia sido um oficial médico nos hospitais militares da Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial.

Notando a séria necessidade de um agente bactericida para tratar dos ferimentos infectados, após a guerra retornou ao St. Mary's Hospital, em Londres, para pesquisar sobre o problema.

Em 1928, enquanto estudava o Staphylococcus aureus, uma bactéria responsável pelos abscessos e várias outras infecções, Fleming entrou de férias por alguns dias, deixando os seus recipientes de vidro com cultura sem supervisão.

Ao retornar, notou que a tampa de um dos recipientes tinha escorregado e que a cultura tinha sido contaminada com o mofo da atmosfera. Fleming estava quase a deitar fora a cultura quando a curiosidade o fez examiná-la. Na área onde o bolor estava a crescer, as células do Staphylococcus tinham morrido.

Ele imediatamente percebeu o significado dessa descoberta e verificou que o bolor, uma espécie do fungo Penicillium, estava a segregar uma substância que destruía as bactérias.

Embora ele não tenha conseguido isolar a substância - o que foi feito dez anos depois por Ernst B. Chain e Howard W. Florey, em Inglaterra -, ele chamou-a de penicilina. Muitos cientistas estavam cépticos quanto ao potencial do bolor que havia aparecido por acaso na lâmina de Fleming.

Não se mostravam dispostos a experimentar nos seus pacientes um bolor comum.

Outros problemas resultaram da fragilidade do bolor: ele era fraco, impuro e facilmente destrutível pelas mudanças climáticas e acídicas.

Eram necessárias grandes quantidades para obter uma concentração de penicilina suficiente para um único paciente, e Fleming não tinha verbas suficientes.

Com a Segunda Guerra Mundial houve uma necessidade de anti-sépticos para combater as infecções das tropas feridas.

O Dr. Howard Walter Florey, professor de patologia em Oxford, tinha ouvido falar sobre o bolor de Fleming e levou a pesquisa adiante.

Com uma equipa de 20 cientistas e técnicos, Florey cultivou novamente o bolor de Fleming.

Durante meses, a equipa manteve enormes tonéis de um caldo embolorado e malcheiroso, tentando extrair o ingrediente principal.

O Dr. Ernst Boris Chain conseguiu extrair da solução um pó marrom, que destruiu instantaneamente algumas bactérias; na verdade, o extrato continha apenas cerca de 5% de penicilina na sua forma química pura.

Os cientistas testaram a substância em 80 diferentes micróbios; descobriram que os fluidos do sangue não eram hostis à substância e que os glóbulos brancos não eram danificados nem se tornavam inativos.

Prepararam um sal de penicilina (contendo sais de sódio e cálcio), que era mais estável do que o bolor, e foram bem-sucedidos na cura de ratos que receberam injeções de doses fatais de Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, e outras bactérias.

As suas descobertas formaram a base para o tratamento com penicilina que se pratica até aos nossos dias.

Em 1940, a penicilina foi utilizada, em Inglaterra, no primeiro paciente humano, um polícia com um quadro avançado de infecção sanguínea.

Durante cinco dias os médicos administraram a droga a cada duas ou três horas (a penicilina sai rapidamente do corpo pela urina e, por isso, deve ser reposta em intervalos freqüentes e regulares). O polícia tinha recuperado significativamente quando o suprimento de penicilina se esgotou e as injeções foram suspensas.

A infecção alastrou-se e acabou por vencê-lo. Os cientistas britânicos ainda não tinham conseguido produzir penicilina em quantidade suficiente para salvar uma vida.

Num segundo caso, no entanto, um jovem, que também sofria com uma infecção sanguínea, recebeu penicilina suficiente para se recuperar.

Autor: Solange Medeiros

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A Loira do Banheiro

Essa lenda é muito conhecida, qualquer em já deve ter ouvido falar nela nos corredores de uma escola. Ela é muito comentada, mas também incerta, existem muitas versões para ela.

Uma delas diz, que uma menina loira muito bonita vivia matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora, enfim. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros femininos de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho.

Outros dizem que esta loira aparece com o rosto cheio de cicatrizes e fere as garotas, ou com algodão no nariz, pedindo para que tirem. Também há a de que, se chamar tantas vezes em frente ao espelho ela vai aparecer.

É uma história complicada, mas é uma das lendas bem antigas que fazem parte da vida de qualquer estudante.

A lenda do cavaleiro sem cabeça

Na Escócia, os membros do Clã MacLaine, do distrito de Lochbuie, evitam a todo custo andar pela estrada da região durante a noite. Eles temem encontrar um dito "cavalo espectral" conduzido por um cavaleiro negro sem cabeça, e ouvir seu tropel de cascos brilhantes e o tinir sinistros de rédeas. Dizem os moradores do local que esse cavaleiro anuncia mortes iminentes.

O nome do cavaleiro é Ewen, que era filho e herdeiro do Chefe do clã MacLaine. Mas a inveja e ódio que sentia pelo pai, fez com que os dois caíssem em desgraça, e resolvessem as diferenças no Campo de Batalha de Lochbuie. Em 1538, os dois exércitos se encontraram e o filho acabou decapitado com um golpe de machado desferido por um dos seguidores de seu pai. Desde então, até hoje, muitas testemunhas afirmam ter visto e/ou ouvido Ewen, sem cabeça, em seu corcel negro, cavalgando para colher as almas dos Campos de Batalha.

Reza a lenda também que esse mensageiro da morte teria tido um presságio dele próprio. Na noite anterior ao conflito, Ewen teve um encontro com a Fada Lavadeira (uma figura folclórica escocesa aparentada com a Bansidhe Irlandesa e a Bruxa da Baba Galesa). Na véspera dos combates, era sua lúgubre função lavar as roupas dos guerreiros que morreriam no combate.

Ewen caminhava ao longo de um riacho quando viu a velha agachada à beira d'água, enxaguando uma pilha de camisas manchadas de sangue. Ele perguntou a ela se sua camisa estaria entre elas, e a resposta foi afirmativa. Ewen caindo no desespero, perguntou a velha se haveria algum jeito de reverter aquele prognóstico macabro. A velha disse que ele estaria livre da maldição se sua esposa, sem ser avisada, servisse manteiga para ele ao amanhecer. Mas a sorte não sorriu à Ewen, pois sua amável esposa não serviu manteiga na manhã seguinte. O infeliz mastigou estoicamente seu pão seco, rumando posteriormente para a batalha, sabendo que não retornaria.